quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Fenômenos musicaIS - QUEEN







Queen é uma banda de rock liderada atualmente por Brian May (guitarra), Roger Taylor (bateria) e John Deacon (baixo). Foi uma das mais populares bandas inglesas dos anos 1970 e 1980, sendo precursora do rock tal como hoje o conhecemos, com magníficas produções dos seus concertos e videoclipes das suas canções. Mesmo nunca tendo sido levada a sério pelos críticos da sua época, que consideravam a sua música "comercial" (a crítica de hoje considera os Queen como uma das melhores bandas de rock de todos os tempos), a banda tornou-se a das mais famosas entre o público, graças à sua mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo e carisma da sua estrela maior, o vocalista Freddie Mercury.
O início da banda remonta a 1967, quando Brian May, Tim Staffell e Roger Taylor formaram o trio Smile, no Imperial College em Londres, onde todos estudavam. Após a saída do baixista e vocalista do grupo, Tim Staffell, na Primavera de 1970, May e Taylor foram apresentados por Staffell a Farrokh Bulsara em Abril do mesmo ano, o qual viria a ser o vocalista da nova banda com o nome artístico Freddie Mercury, batizando a banda com o nome Queen. Em 1971, John Deacon completou a formação dos Queen como baixista.



Apesar da personalidade extravagante e teatral de Freddie Mercury ter sempre predominado na imprensa, os outros membros da banda foram também responsáveis pela criação de grandes êxitos:
Freddie Mercury, vocalista (autor de "[[Bohemian Rhapsody],"Dont Stop me Now", "Somebody to Love", "We Are the Champions")
Brian May, guitarrista (autor de "I Want It All", "We will Rock you",)
Roger Taylor, baterista e percussionista (autor de "Radio Ga Ga"," A kind of magic" )
John Deacon, baixista (autor de "Another One Bites The Dust, "I want to break free")
A maior parte dos álbums do grupo contém pelo menos uma canção escrita por cada um dos membros, e embora Freddie Mercury tenha escrito muitos dos êxitos do grupo, não era de modo algum o compositor dominante; na verdade, os membros consideravam-se a si mesmo como criadores iguais, e até mesmo o mais quieto membro da banda, o baixista John Deacon, escreveu um dos seus maiores êxitos, "Another One Bites the Dust". Nos últimos anos, os quatro membros da banda contribuíram coletivamente para as canções que o grupo compunha; por isso, nos últimos álbuns The Miracle e Innuendo, todas as canções são assinadas pelo Queen, e não pelo compositor em único.



História

[editar] 1968-1970
Brian May e Roger Taylor tocavam numa banda chamada Smile, com o vocalista/baixista Tim Staffel. Freddie era colega de quarto de Tim e seguia assiduamente os concertos do grupo. A essa altura, Freddie era vocalista de outras bandas, como os Wreckage ou os Ibex. Para além disso, não tinha qualquer problema em partilhar as suas ideias acerca da direção musical que os Smile deviam tomar.
Tim decidiu então pôr fim à sua carreira nos Smile e juntou-se a uma banda chamada Humpty Bong. Freddie substituiu-o e o grupo começou à procura de um baixista profissional. O primeiro seria Barry Mitchell; só em 1971 o grupo descobriu John Deacon. Com a formação definida, o quarteto estava definitivamanete em marcha, possuidores de uma imagem inovadora, desfazendo regras musicais anteriores, compondo temas de absoluta originalidade, nada, ou bem pouco a ver com o resto do rock daqueles tempos.

[editar] Anos 1970
O primeiro álbum da banda, intitulado Queen, foi lançado como uma revolução no Reino Unido, mas não teve o sucesso esperado. Este álbum caracterizou-se por um som pesado, misturando a banda à onda heavy metal que já existia na Inglaterra dó início da década de 1970. Deste álbum, destaca-se a faixa "Keep Yourself Alive", canção que conseguiu alcançar o Top 40 do Reino Unido.
O segundo álbum, Queen II, já apresentava um som mais melódico, mostrando já a influência que Freddie viria a ter nas composições da banda. Aqui destaca-se a composição "Seven Seas of Rhye", primeira canção da banda a alcançar o Top 10 do Reino Unido.
A partir do terceiro álbum, Sheer Heart Attack, a banda viria a ter os seus álbuns distribuídos pela Trident e EMI, ocasionando assim uma reviravolta na trajetória da banda. Lançado em 1974, o álbum foi o primeiro da banda a estar entre os 10 mais vendidos da Inglaterra, e tornou o Queen conhecido dos dois lados do Atlântico. A turne nos EUA foi um sucesso, o que abriu caminho para que a banda pudesse concretizar a sua obra-prima.
Em 1975, o Queen lançou o disco A Night at the Opera, também conhecido entre os fãs como o "White Album" da banda, numa alusão ao disco de mesma altura dos Beatles. Este disco, primeiro da banda a conseguir disco de platina, primeiro a vender mais de um milhão de cópias, primeiro a atingir o topo das paradas do Reino Unido e EUA, definiu um novo tipo de Rock: o rock arte, realizado como uma grande produção, para ser apreciado por todos os ouvidos. Usando uma técnica de retorno da voz, esse disco criou o som que se tornou marca registrada do Queen e o lançou para a fama. Suas canções refletem o espírito da banda: rock pesado com "I'm Love with My Car"; baladas românticas com "Love of My Life" (que foi apresentada por Mercury no Morumbi - São Paulo em 1981 da seguinte forma: "The things that we do for money." "As coisas que a gente faz por dinheiro.", e foi cantada por toda a multidão que presenciou esse show maravilhoso) e "You're my Best Friend"; experimentalismo com "The Prophet's Song", e uma canção impossível de se classificar, como "Bohemian Rhapsody". Esta Opera Rock, quando lançada em 1975, recebeu críticas por não ter apelo comercial e ser muito longa. No entanto, a gravadora bancou a apósta, e o resultado foi estrondoso: primeiro lugar das paradas durante nove semanas consecutivas, os quatro álbuns dos Queen entre os vinte mais vendidos, um video-clip que ficou conhecido mundialmente pela sua produção e a sua qualidade, iniciando a era do Video-clip e é considerada por muitos o maior classico da história do Rock n' Roll. Após esse álbum, a banda consolidou-se efetivamente como uma das grandes bandas de Rock, firmando terreno para mais e mais sucessos. Aqui, os seus membros (principalmente Mercury) já apresentavam suas excentricidades que ficariam mundialmente conhecidas. Curiosiamente, quando o álbum foi lançado em K7, a canção Bohemian Rhapsody, sua complexidade era tanta que neste ponto a fita ficava transparente; mais, esta canção sempre que era tocada ao vivo em um dos concertos dos Queen ou era como parte de um meddley ou colocavam uma gravação nas partes mais complexas.
Em 1976, o álbum seguinte, "A Day at the Races" (ambos uma ironia, por se tratarem de títulos de filmes dos Irmãos Marx), foi mais dirigido pela guitarra de Brian May e pela bateria de Roger Taylor, tendo, portanto, canções mais pesadas, tais como "Tie Your Mother Down" e "White Man". No entanto, aqui encontramos outra obra-prima vocalística de Freddie Mercury: "Somebody to Love", uma canção recheada de exageros vocais e complexas passagens vocais, que tornou-se exito imediato e que foi executada excepcionalmente em 1982, no Show Queen On Fire, mais conhecido como Live at the Bowl.

A banda em concerto em Hannover, 1979
Em 1977, "News of The World" trouxe os grandes hits dos estádios da banda, "We Will Rock You" e "We Are the Champions", além da belíssima "Spread Your Wings", composta pelo baixista John Deacon.Os Queen serviram-se muito dos grandes estadios, fazendo shows marcantes (sobretudo se considerarmos que o som era feito exclusivamente pelos quatro integrantes, salvo ajudas de Spike Edney nos últimos shows), que criavam uma relação única com o público, sendo reconhecidos até mesmo pela crítica (alguns consideram os shows feitos pelo Queen em Wembley em 1986 como os melhores shows de rock de todos os tempos, sem falar no estrondoso público de 250 mil pessoas do Rock in Rio).
"Jazz", o álbum seguinte, de 1978, foi mal-recebido pela crítica, sob a alegação que o álbum pouco tem a ver com Jazz, apesar do instrumental acústico refinadíssimo e a alma nervosa e suave das canções - o que parece ser o motivo do nome, não suas semelhanças formais imediatas com o jazz (como acontecia por exemplo com os álbuns de Led Zeppelin, em que se pode dizer que este tom é muito mais evidente). Jazz também decepcionou a banda com relação à aceitação do público. Apesar disso, obteve alguns sucessos, como "Fat Bottomed Girls" e "Bycicle Race" (esta última, no Estádio de Wimbledon, teve como produção uma volta completa no estádio de dezenas de mulheres nuas em bicicletas, o que causou um certo choque na opinião pública).
Em 1979 lançam "Live Killers", um álbum duplo gravado ao vivo na sua turné mundial entre Janeiro e Abril. Brian May aparece espetacularmente em "Brighton Rock" chegando a ser mencionado por Eric Clapton como um dos melhores guitarristas no cenário do rock mundial.

[editar] Anos 1980
O ano de 1980 marcou uma mudança no som da banda, até então sempre ressaltada nas capas dos seus discos com a frase "No Syntethizers!". Após o lançamento do álbum ao vivo "Live Killers", em 1979, os Queen lançaram o álbum "The Game",combinação entre o glamoroso rock dos anos 70 e a plasticidade da decada seguinte, o qual demonstrava a intenção da banda em inserir na sua música a eletrônica. Este álbum foi um sucesso principalmente nos EUA, onde a canção "Another One Bites The Dust", com sua belíssima linha de baixo, alcançou o topo das paradas de rock, soul e disco. Além dessa canção, o rockabilly "Crazy Little Thing Called Love" tornou-se outro sucesso da banda.
Então, a banda lançou a trilha sonora do filme "Flash Gordon", em 1980. Este disco, pela primeira vez, representou um grande fiasco da banda, não agradando tanto a crítica quanto os fãs.
Com sua popularidade reduzida na Europa, fortemente impactada pela onda Punk que surgia no Reino Unido, o Queen passou a buscar novos mercados para seu som, iniciando visitas a países fora do eixo EUA-Europa-Japão. Pela primeira vez uma grande banda realizava turnês na América do Sul e África. Na sua primeira passagem pelo Brasil, em 1981, nos doze meses que antecederam o show as rádios de São Paulo só tocavam as canções dos Queen.
O lançamento do disco "Hot Space", em 1982, trazia um som muito diferente,substituindo o heavy metal e o hard rock,por um estilo mais funk,pop electronica, foi recebido com alguma desconfiança pelos fãs, que já não viam ali a mesma criativa e inovadora banda,no entanto a sua turnê foi um grande sucesso mostrando que mesmo com um album pouco conceituado as suas exibicoes continuavam a atrair mais publico. Neste álbum, temos a primeira participação dos Queen com outro cantor, David Bowie, na faixa "Under Pressure".
Essa época,antecipava a carreira a solo de freddie divorciada do rock virando-se para a pop electronica, já eram conhecidas as brigas e discussões dos integrantes da banda, com constantes idas e vindas, ameaças de saída, entre outros problemas,no entanto a banda sempre se manteria junta. Essa década foi marcada pelos trabalhos solo dos integrantes do grupo, marcando assim uma maior distância entre os álbuns.

A banda em concerto em Frankfurt, 1984
Após lançar "The Works", em 1984, o Queen teve no ano seguinte a sua redenção. Convidados a participar do Rock in Rio, verdadeira cidade do Rock construída no Rio de Janeiro, a banda roubou a cena dos espetáculos, tanto pelas excentricidades de seus integrantes quanto pela beleza de suas apresentações ao vivo, realizados para mais de 250 mil pessoas com a tranquilidade de um espetáculo caseiro.
Em 13 de Julho de 1985, o Queen mostrou a todo o mundo sua condição de Estrela do Rock, ao atrair todas as atenções para o show beneficente Live Aid, em prol das vítimas da fome na África.Essa Apresentação do Queen no Live Aid é para muitos críticos e fãs do Rock 'N Roll o maior show de Rock de todos os tempos. No mesmo ano foi criada a música One Vision que fez um bom succeso que passou em 1986 a abrir os shows do Queen.
Em 1986 a banda começou uma turnê de despedida chamada Magic Tour onde fizeram uma grande turne pela Europa em paises como Hungria,Reino Unido,Espanha,etc. Especula-se que Freddie tenha contraído AIDS naquele ano.
Neste mesmo ano a banda lançou o disco "A Kind of Magic", contendo a trilha sonora do filme "Highlander". Este disco trouxe os Queen de volta as paradas de sucesso, com canções bem melhor produzidas como "Who Wants To Live Forever", "Friends Will be Friends" e "A Kind of Magic".
Em 9 de Agosto de 1986 o Queen se apresentou pela última vez em público. Eles não conseguiram o Wembley novamente pois o estádio já estava reservado, então disseram ao empresário Roy Thomas Baker para arrumar qualquer outro lugar. Ele conseguiu agendar um show no Knebworth Park, que teve todos os ingressos vendidos em duas horas; mais de 140 mil fãs se espremeram no parque para vislumbrar o Queen ao vivo pela última vez.
No ano seguinte Freddie Mercury descobre que tem AIDS depois de uma consulta a um médico.Logo mais tarde diz sobre a noticia a Jim Hutton(Seu Namorado e companheiro) e mais tarde á Roger Taylor.
Em 1989 a o Queen lança o disco "The Miracle", que ficou conhecido pela complexidade de sua capa, então um desafio para os níveis de computação gráfica da época.O Disco Trazia Grandes Sucessos Como: The Miracle,I Want It All,Scandal,Breakthru,etc.

[editar] Anos 1990
Em 1991 começaram a surgir rumores de que Freddie Mercury estava com AIDS. O cantor negou, mas sabendo da verdade (assim como seus companheiros de banda), ele decidiu gravar um álbum livre de conflitos e diferenças. Este álbum foi Innuendo. Embora sua saúde começasse a se deteriorar, Mercury esforçou-se para finalizar suas contribuições. Destacam-se as canções "The Show Must Go On" e "These Are The Days Of Our Lives".

A banda em concerto no Rock in Rio, 1985
Em 23 de Novembro de 1991, em uma declaração gravada em seu leito de morte, Freddie Mercury finalmente divulgou que tinha AIDS. Doze horas depois do anúncio, Mercury morreu vítima de uma broncopneumonia aos 45 anos de idade. Seu funeral foi privado, feito de acordo com os princípios religiosos zoroástricos de sua família.
Em 20 de Abril de 1992 o público dividiu a tristeza pela perda de Freddie no "The Freddie Mercury Tribute Concert", realizado no Estádio de Wembley de Londres em sua homenagem. Músicos como Annie Lennox, David Bowie, Def Leppard, Elton John, Extreme, Guns N' Roses, George Michael, Liza Minnelli, Metallica, Robert Plant, Roger Daltrey e Tony Iommi, juntamente com os integrantes remanescentes dos Queen, tocaram os maiores sucessos da banda.
Os Queen na verdade nunca se separaram, embora seu último álbum de inéditas tenha sido lançado em 1995, ironicamente intitulado Made In Heaven ("Feito No Paraíso"). Lançado quatro anos depois da morte de Freddie, foi feito a partir das últimas sessões gravadas pelo cantor em 1991, além de material descartado de álbuns anteriores. A banda, menos John Deacon (que saiu do grupo depois de gravar a faixa-tributo à Mercury "No One But You"), ainda reaparece de vez em quando, tocando um projeto chamado "We will Rock You - Queen+" com vários artistas.
Actualmente realizaram uma digressão que contou com uma passagem em Portugal, nomeadamente no Estádio do Restelo em Lisboa, com o músico Paul Rodgers, ex-vocalista das bandas Free e Bad Company.

[editar] Anos 2000
O Queen é lembrado por suas teatricalidades nunca antes vistas e seu profissionalismo e apresentações bombásticas, tanto que os críticos os classificaram como tendo papel primordial na evolução da música rock. O Queen é destacado em particular por seu ecletismo e shows inovadores.

[editar] Curiosidades
Guitarrista Brian May foi nomeado Comandante do Império Britânico.
O Queen é um dos poucos grupos estrangeiros a ter uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood.
Roger uma vez decidiu deixar seu cabelo mais loiro e resolveu pintar antes de um show em 1979. Porém, ele não leu as instruções no pacote e o seu cabelo ficou verde. O resto da banda ficou rindo e brincando com ele, especialmente Freddie. Não há muitas fotos desse show, pois Roger tentou destruir todas dele.
Antes de ser cantor do Queen, Freddie Mercury foi campeão de tênis de mesa. Formado em Ilustração e Design, foi o criador do logotipo do Queen e responsável pelas capas dos primeiros discos do grupo.
Freddie Mercury faleceu em 24 de novembro de 1991, de broncopneumonia, causada pelo vírus HIV. No mesmo dia morreu de câncer Eric Carr, baterista do Kiss.
Roger Taylor antes de ser baterista pensou em seguir carreira como dentista, mas isso era somente uma desculpa, pois ele realmente queria, era ir para Londres e participar de uma banda famosa.
A famosa guitarra Red Special de Brian May foi construída pelo próprio guitarrista com a ajuda do pai, usando materiais como uma lareira e peças de moto para construção.
Roger odeia a capa do disco "Hot Space", "Freddie e eu pensamos que ia ficar ótimo, e é absolutamente uma merda".
A partir do álbum The Miracle, todas as músicas do Queen dava créditos de composição para a banda, não para só um integrante ou outro.
Em abril de 1992 aconteceu o Tributo a Freddie Mercury, show no Wembley Stadium em Londres. O show contou com Elton John, Guns N' Roses e até Robert Plant (do Led Zeppelin)
Roger Taylor estava tão decidido em ter "I’m In Love With My Car" como b-side do single Bohemian Rhapsody, que ele se trancou num armário até Freddie concordar em colocá-la no single.
O vocalista atual do Queen chama-se Paul Rodgers.
Freddie Mercury era africano. Nasceu em Zanzibar, que pertence à Tanzânia).
A bebida favorita de Roger Taylor é a vodka.
Antes do Queen, Roger Taylor e Brian May tinham, junto com Tim Staffell um conjunto chamado Smile.
Roger estava bêbado na gravação do vídeo de "Who Wants To Live Forever".
Antes de Queen, Freddie Mercury foi vocalista da banda Wreckage e Larry Lurex.
Quando Roger saiu do camarim para o vídeo de I want to break free, David (o diretor) disse: “Roger você está tão linda que eu poderia te comer”, sem perceber que isso estava sendo filmado.
No dia 24 de setembro de 1998, Roger Taylor entrou pro Guinnes Book of Records “por tocar para a maior audiência via internet, acessado pelo site do Queen, o qual o recorde de 595,000 hits durante o evento






Canções mais conhecidas
"Bohemian Rhapsody" (Freddie Mercury)
"Another One Bites The Dust" (John Deacon)
"Killer Queen" (Freddie Mercury)
"Fat Bottomed Girls" (Brian May)
"Keep Yourself Alive" (Brian May)
"Friends Will Be Friends" (Freddie Mercury / John Deacon)
"Don´t Stop Me Now" (Freddie Mercury)
"Save Me" (Brian May)
"Crazy Little Thing Called Love" (Freddie Mercury)
"Somebody To Love" (Freddie Mercury)
"Now I´m Here" (Brian May)
"Play The Game" (Freddie Mercury)
"Princes Of The Universe" (Freddie Mercury)
"Love of My Life" (Freddie Mercury)
"In The Lap Of The Gods Revisited" (Freddie Mercury)
"We Will Rock You" (Brian May)
"We Are The Champions" (Freddie Mercury)
"Tie Your Mother Down" (Brian May)
"Under Pressure" (Freddie Mercury & David Bowie)
"I Want to Break Free" (John Deacon)
"Radio Ga Ga" (Roger Taylor)
"A Kind of Magic" (Roger Taylor)
"I Was Born To Love You" (Freddie Mercury)
"Who Wants To Live Forever" (Brian May)
"Tear It Up" (Brian May)
"Hammer To
Informação geral
Nome completo
{{{Nome Completo}}}
Data de nascimento
{{{nascimento}}}
Apelido
{{{apelido}}}
Origem
Londres, Inglaterra
País
Reino Unido

Gêneros
Rock and rollGlam



fonte: WIKIPÉDIA






quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Fenômenos parte 4- ABBA







O ABBA foi um grupo sueco de pop formado por volta de 1970-1972 pelos músicos e compositores Björn Ulvaeus e Benny Andersson, e as vocalistas Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad (também chamada Frida). Foi o grupo musical sueco de maior sucesso mundial, dominando as principais paradas ao redor do globo entre a metade da década de 1970 e o início dos anos 1980. Em Abril de 1999, na abertura do musical "Mamma mia!" em Londres, os ABBA foi mostrado como tendo aproximadamente 360 milhões de álbuns vendidos no mundo inteiro, segundo a Polar Music e Universal Records. "Mamma mia!" já foi visto por mais de 35 milhões de espectadores em todo o mundo (actualmente encontra-se em exibição permanente em mais de dez cidades, entre elas Las Vegas, Tóquio, Hamburgo, Londres, Dublin, Nova Iorque, Toronto e Seul). Ele é actualmente o espectáculo musical mais visto em todo o mundo, tendo ultrapassado o número de espectadores de qualquer musical de Andrew Lloyd Webber (como o Cats). Só em Londres já foi visto por mais de quatro milhões de espectadores. Com a grande venda do álbum ABBA Gold, o álbum com maior número de vendas de todos os tempos (mais de quarenta milhões de cópias vendidas), estima-se que, actualmente (2006), tenha vendido mais de 370 milhões de álbuns do grupo. É considerada a segunda banda mais famosa de todos os tempos, depois dos Beatles.
O nome da banda é um acrónimo formado pelas primeiras letras do nome de cada um dos integrantes (apesar de ser também uma marca de arenque enlatado que existia na Suécia). De 1976 em diante, o primeiro B no logo da banda passou a ser escrito invertido em todos os materiais promocionais relacionados






O início
No começo dos anos 1970, apesar de estarem casados, Björn e Agnetha tinham carreiras musicais separadas. Mas Stig era ambicioso e estava determinado a entrar no mercado internacional, algo a que artistas suecos até então não estavam acostumados. Em 1972 ele encorajou Björn e Benny a comporem a canção "Say It With A Song" com a voz de Lena Anderson, que conquistou o terceiro lugar no Festival Eurovisão da Canção.O sucesso dessa canção em vários países, porém, convenceu o produtor Stig Anderson de que estavam no caminho certo.
Björn e Benny continuaram a compor e fizeram algumas experiências com novos tipos de som e arranjos vocais, que chegou a alcançar algum sucesso no Japão. Uma das canções que eles escreveram foi "People Need Love", com vocais das mulheres que agora tinham muito mais destaque do que anteriormente. Todos os envolvidos se entusiasmaram com o novo som e Stig lançou a canção como um single, creditado a Björn & Benny, Agnetha & Anni-Frid. O disco alcançou a décima-sétima posição nas paradas suecas, o suficiente para convencer a todos de que eles alcançariam alguma coisa.
Em 1973 eles decidiram tentar de novo o Festival Eurovisão da Canção, agora com a canção "Ring Ring". O trabalho no estúdio foi conduzido por Michael B. Tretow, que experimentou novas técnicas de produção e deu origem a um som totalmente novo para o ABBA. Stig providenciou que Neil Sedaka e Phil Cody traduzissem a letra para o inglês, e eles estavam confiantes de que seria um ganhador certeiro - mas, mais uma vez, terceiro lugar. Apesar disso, o pseudo-grupo lançou um álbum chamado Ring Ring, ainda com a estranha denominação Björn, Benny, Agnetha & Frida. O disco vendeu bem, e o compacto de "Ring Ring" foi um hit em diversas partes da Europa - mas Stig acreditava que o verdadeiro sucesso só poderia vir com um hit nos Estados Unidos ou na Inglaterra. Por essa época, Stig - cansado de nomes estranhos - também já havia começado a se referir ao grupo simplesmente como ABBA.



Em 1974, novamente eles participaram do Festival Eurovisão da Canção - agora inspirados pelo glam rock que crescia na Inglaterra. "Waterloo" era uma faixa assumidamente glam, produzida por Michael B. Tretow com os mesmos aparatos. Bem mais experientes, eles agora estavam melhor preparados para o concurso e tinham em mãos um álbum completo (e já lançado) quando o concerto aconteceu em Brighton, na Inglaterra. A canção fez com que pela primeira vez os britânicos parassem para prestar atenção no grupo.
"Waterloo" foi a primeira canção do ABBA a alcançar o primeiro lugar na Inglaterra (também foi lançada nos Estados Unidos, chegando à sexta posição). Mas a empolgação do momento não se manteve, e os compactos seguintes "So Long" e "Honey Honey" não se saíram tão bem. Somente com o lançamento do segundo álbum, ABBA, e o compacto "SOS" o grupo mostraria os primeiros sinais de que estavam destinados a mais sucesso. "SOS" firmou de vez o ABBA nas paradas inglesas, onde a canção ficou entre as dez mais - e desvinculou o grupo da imagem de banda de um único sucesso.
Mas o sucesso maior viria em 1975, com praticamente todos compactos entrando nas paradas, situação que ficou ainda melhor quando "Mamma Mia" chegou ao primeiro lugar na Inglaterra, em janeiro de 1976. Nesse meio tempo, a banda lançou o álbum Greatest Hits, apesar de só possuir cinco canções entre as quarenta mais tocadas nas paradas da Inglaterra e dos Estados Unidos. O disco incluía "Fernando" (uma versão anterior havia sido gravada em sueco por Anni-Frid, em 1975, no álbum solo Frida Ensam), exceto nas versões suecas e australianas da compilação. Na Suécia, a canção teria que esperar até o lançamento de The Singles - The First Ten Years, em 1982, para surgir cantada em inglês e creditada ao ABBA. Na Austrália, a faixa foi incluída na versão local do álbum Arrival, de 1976.
O novo álbum, por sinal, representou um novo nível de complexidade e comprometimento tanto nas composições quanto no trabalho realizado em estúdio pelo ABBA. De Arrival, surgiram vários sucessos, um após o outro, como "Money, Money, Money", "Knowing Me, Knowing You" e "Dancing Queen", o sucesso mais duradouro e conhecido mundialmente. Na época do lançamento, o ABBA já era extremamente popular na Inglaterra, em boa parte da Europa e também na Austrália (que, de certa maneira, quase adotou o ABBA), mas ainda era pouco reconhecido e tocado nos Estados Unidos. "Dancing Queen" foi o único sucesso do ABBA a atingir a primeira posição nas paradas daquele país.
Em 1977, o novo disco ABBA - The Album foi lançado para coincidir com o lançamento de ABBA: The Movie, um registro da turnê australiana do grupo. O álbum foi recebido pelos críticos um pouco mais friamente, mas mesmo assim deu origem a vários sucessos, incluindo "The Name Of The Game" e "Take A Chance On Me", que atingiram o topo das paradas na Inglaterra. The Album também trazia a conhecida "Thank You For The Music", que em 1983 seria lançada como compacto na Inglaterra, além de ter sido lado B de Eagle nos lugares onde esta última foi lançada como compacto.






Últimos momentos
Em 1978, o ABBA já gozava da fama de super astros. Naquele ano, o grupo lançou um compacto isolado, "Summer Night City", contendo a última canção deles a alcançar o primeiro lugar na Suécia. O compacto chegou próximo do topo nas paradas inglesas, mas deixou o terreno preparado para a jogada disco do ABBA com o lançamento de Voulez-Vous, na primavera de 1979. Este álbum marcou uma leve diminuição da popularidade do grupo na Inglaterra e na Europa, mas trouxe a eles mais atenção por parte dos Estados Unidos. Mesmo assim, os sucessos que alcançaram as paradas foram vários, incluindo "Chiquitita", "Does Your Mother Know", "Voulez-Vous" e "I Have A Dream". Ainda naquele mesmo ano, o grupo lançou uma nova coletânea de sucessos, Greatest Hits vol. 2, que trazia uma faixa exclusiva - "Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)", uma canção do grupo no estilo disco. Ainda em 1979, o ABBA faria uma turnê pelos Estados Unidos e pelo Canadá, tocando para públicos colossais, com enorme sucesso - mas talvez um pouco tarde demais.
O lançamento de 1980, Super Trouper, trouxe e apresentou ao público uma grande mudança no estilo do ABBA, com uma presença maior de sintetizadores e letras mais pessoais. O álbum bateu um recorde na Inglaterra em relação à pré-venda. Mais de um milhão de cópias haviam sido reservadas antes mesmo do lançamento. A expectativa havia sido originada por "The Winner Takes It All", o oitavo número um do grupo na Inglaterra (o primeiro desde 1978). Também ajudou para isso a letra da canção, escrita por Björn e fortemente inspirada na separação dele e de Agnetha. Pela primeira vez uma canção do ABBA falava de um assunto tão particular e também apresentava um clima de melancolia tanto na letra quanto na canção.
O compacto seguinte do disco Super Trouper também chegou ao primeiro lugar. Outra faixa do álbum, "Lay All Your Love On Me", foi lançada em 1981 como compacto de 12" somente em alguns lugares e, assim como Super Trouper, chegou ao topo das paradas estado-unidenses. Uma colectânea de sucessos cantada em espanhol foi gravada também nesta época. "Gracias Por La Musica" inclusive vendeu muito bem na América Latina.
O último álbum de estúdio do ABBA, The Visitors, de 1981, mostrava uma maturidade maior nas composições e também uma seriedade maior nos temas tratados, apesar da qualidade musical permanecer a mesma. Além da faixa título "The Visitors", que citava comunismo na União Soviética, as canções falavam sobre envelhecer, perda da inocência, um pai que observa seu filho crescer e outros assuntos semelhantes. As melodias e os arranjos ainda eram contagiantes, mas a mudança de estilo se refletiu numa queda nas vendas. O último compacto de grande sucesso mundial foi "One Of Us", que explodiu em dezembro de 1981.
Embora a imagem do grupo nessa época fosse a de uma banda em declínio, o ABBA ainda atraia grandes multidões, principalmente na Europa, e até poderia ter seguido em frente se não fosse a tragédia pessoal da banda. Agora os dois casais estavam divorciados, situação que se reflectia em canções como "The Winner Takes It All" e "One Of Us".
No verão de 1982 os integrantes da banda se reuniram para gravar um novo álbum, mas acabaram se decidindo pelo lançamento de um álbum duplo com todos os sucessos. Foram incluídas apenas duas novas canções, "Under Attack" e "The Day Before You Came", a última canção gravada em conjunto pelo ABBA.
O disco duplo The Singles - The First Ten Years chegou ao primeiro lugar nas paradas de discos inglesa e também foi um sucesso mundial. Outras duas faixas foram gravadas no mesmo ano, "I Am The City" e "Just Like That". Apesar das gravações terem sido finalizadas, somente "I Am The City" foi lançada comercialmente, em uma coletânea de 1993. E apesar dos insistentes pedidos dos fãs, Björn e Benny ainda não se decidiram a lançar "Just Like That".
À medida em que os integrantes começaram a buscar novos projetos, o grupo foi gradualmente se afastando definitivamente. Benny e Björn colaboraram com Tim Rice na composição do musical Chess. Agnetha e Frida partiram para carreiras-solo.



Pós ABBA
Frida casou-se em 1992 com o príncipe da Suíça Ruzzo Reuss, que morreu de câncer em 1999. Mora na Suíça, e em 2004 gravou um compacto com Jon Lord chamado "The Sun Will Shine Again". Agnetha casou-se com um cirurgião sueco em 1990, mas a união durou apenas dois anos. Atualmente mora em uma ilha em Estocolmo. Em 2004 lançou o novo álbum My Coloring Book. Björn casou-se com Lena Kallersjö em 1981, e com ela teve duas filhas: Ana e Emma. Atualmente trabalha com Benny no musical Mamma Mia! e mora em Londres. Benny é casado com Mona, e com ela teve Ludvig. Também mora em Londres.
Em 2000 o grupo recebeu uma proposta de um bilhão de dólares para reunir-se novamente.[carece de fontes?] Björn em uma entrevista declarou que eles não voltariam nem que o valor fosse dobrado. Ele acha que os fãs ficariam decepcionados com uma volta do ABBA. Diz que "Nós amadurecemos, temos vidas diferentes e tornamo-nos grandes amigos". Em finais de Outubro de 2005, durante a comemoração do 50.º Festival Eurovisão da Canção, realizada em Copenhague, Dinamarca, a canção "Waterloo" foi considerada a melhor de todas pelos espectadores europeus, entre mais de mil canções. Além disso, a cantora pop Madonna sampleou Gimme! Gimme! Gimme! no primeiro single do seu disco Confessions on a Dance Floor, Hung Up, em novembro do mesmo ano.
O ex-baterista da banda Ola Brunkert foi encontrado morto no jardim de sua casa na ilha espanhola de Mallorca em 16 de Março de 2008.[1]
A Guarda Civil acredita que Brunkert - que vivia sozinho - pode ter tropeçado e quebrado o vidro acidentalmente com a cabeça. O impacto teria cortado o pescoço do baterista, que em seguida teria ficado inconsciente e morrido por causa do sangramento.

Museu
A partir de Junho 2009 o ABBA terá um museu com três andares em Estocolmo. Todos os membros do ABBA apoiaram o projecto e vão ceder roupas, instrumentos e música.

Integrantes
Benny Andersson
Agnetha Fältskog
Anni-Frid Lyngstad
Björn Ulvaeus

Discografia do ABBA

Álbuns de estúdio
Ring Ring (1973)
Waterloo (1974)
ABBA (1975)
Arrival (1976)
ABBA - The Album (1977)
Voulez-Vous (1979)
Super Trouper (1980)
The Visitors (1981)

Compilações
1975 - Greatest Hits
1979 - Greatest Hits vol. 2
1980 - Gracias Por La Música
1982 - The Singles - The First Ten Years
1986 - ABBA Live
1992 - ABBA Gold - Greatest Hits
1993 - More Abba Gold - More Abba Hits
1994 - Thank You For The Music
1999 - ABBA ORO - Grandes Exitos
2001 - The Definitive Collection
2005 - The Complete Studio Recordings
2006 - ABBA Number Ones

Videografia
DVDs
1999 - The Winner Takes It All
2003 - The Definitive Collection
2003 - ABBA Gold
2003 - ABBA In Concert
2004 - The Last Video
2004 - Super Troupers
2005 - ABBA The Movie
2006 - ABBA 16 HITS
2006 - ABBA Number Ones






popdisco
Ocupação

Instrumentos
Instrumentos notáveis
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Tipo vocal
Período em atividade
1972 - 1982
Outras ocupações
Gravadoras
Polar Music ,Atlantic Records ,Epic Records, Universal Music ,Polydor Records
Afiliações
Influências

Sítio oficial
http://www.abbasite.com/






fonte: WIKIPÉDIA

Fenômenos -parte 3 Elvis Presley







Elvis Aaron Presley (East Tupelo, Mississippi, 8 de janeiro de 1935 — Memphis, Tennessee, 16 de agosto de 1977) foi um famoso cantor, músico, ator e dançarino estadunidense, sendo mundialmente denominado O Rei do Rock, também conhecido pela alcunha de Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 50 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século 20,
Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial durante todo o século XX.Entre seus sucessos musicais podemos destacar:
"Hound Dog"
"Don't Be Cruel",
"Love me Tender",
"All Shook up",
"Teddy Bear",
"Jailhouse Rock",
"It's Now Or Never",
"Can´t Help Falling In Love",
"Surrender",
"Crying In The Chapel",
"In The Ghetto",
"Suspicious Minds",
"Don't Cry Daddy",
"The Wonder Of You",
"An American Trilogy",
"Burning Love", "My Boy" e "Moody Blue".
Especificamente na Europa, canções como:
"Wooden Heart",
"You Don't Have To Say You Love Me",
"My Boy" e "Moody Blue",foram também marcantes.
Particularmente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções:
"Kiss Me Quick",
"Bossa Nova Baby",
"Bridge Over Troubled Water",
"Sylvia" e
"My Boy", dentre outras que também marcaram época. Após sua morte, novos sucessos advieram, como:
"Way Down" (logo após seu falecimento),
"Always On My Mind",
"Guitar Man",
"A Little Less Conversation" e
"Rubberneckin".
Trinta anos após sua morte, ainda é o artista solo detentor do maior número de "hits" nas paradas mundiais e o segundo artista com maior numero de venda de discos em todos os tempos, atrás apenas dos Beatles com quase 600 milhões de discos e quase 200 milhões de singles vendidos.



Biografia

Elvis Presley by Bottelho

Origens
Elvis Presley possui ascendência escocesa por parte de pai; no final da primeira metade do século XVIII chega aos Estados Unidos o primeiro integrante da família Presley estabelecendo-se no estado da Carolina do Norte; apesar do nome de família ser grafado com dois "s", o pai de Elvis foi registrado com somente um. A família Smith, família materna, tem origens nos estados das Carolinas. O avô materno de Elvis casou-se com uma prima-irmã, fato que gerou filhos com deficiências físicas e psicológicas, envolvendo álcool, drogas, desordens emocionais e mortes prematuras. Gladys Love Smith, mãe de Elvis, posteriormente conhecida como Gladys Presley, nasceu no dia 25 de Abril de 1912 em Pontotoc no Mississippi, Vernon Elvis Presley ou simplesmente Vernon Presley nasce em 10 de Abril de 1916 em Fulton no estado do Mississippi. No ano de 1933 os pais de Elvis se conhecem. Eles se casam em 17 de junho do mesmo ano na cidade de Pontotoc no Mississippi. Embora essa seja aceita como a possível origem de Elvis, surgiu recentemente a versão que ele possui ascendência escocesa. O ponto de igualdade entre as versões fica por conta do local escolhido pelos supostos antepassados para estabelecerem suas vidas: Carolina do Norte.[carece de fontes?] Outra versão mais recente refere que possa ter ascendência cigana. O WorldNews avança a notícia de uma publicação de cerca de 20000 exemplares distribuída pelas escolas onde diz que Elvis Presley era descendente de ciganos alemães que emigraram para os E.U.A. no Século XVIII, salientando que o nome de solteira da mãe era Smith, um apelido comum utilizado pelos britânicos.

Primeiros anos
Elvis Aaron Presley nasceu na cidade de East Tupelo (East Tupelo seria agregada mais tarde à cidade de Tupelo, formando assim uma única cidade), no Estado do Mississippi, no dia 8 de janeiro de 1935. Na pequena cidade do interior dos EUA, ele aprendeu com a mãe e o pai a ser respeitoso generalizada e indiscriminadamente; independentemente de aspectos de qualquer ordem, quer étnicos, sexuais e/ou sócio-económico-financeiros. Nos seus primeiros anos de vida, cresceu em meio aos destroços de um furacão que devastou sua cidade no dia 5 de abril de 1936. Esse triste facto ocasionou, mesmo o estado do Mississipi sendo na época um centro do racismo americano, uma união entre brancos e negros, que deixaram de lado por algum tempo, o conflito racial, tudo em prol da reconstrução da cidade. Em parte de sua primeira infância, esteve privado da figura do pai, preso em 1937, juntamente com o irmão de Gladys, devido a estelionato. Somando-se a isso, a família foi despejada da sua moradia, portanto, Gladys e Elvis tiveram que se mudar e acabaram por ir morar com os pais de Vernon. Vernon seria libertado no ano de 1941. Em 1945, Elvis participou num concurso de novos talentos na "Feira Mississippi-Alabama", onde conquistou o segundo lugar e o prémio de 5 dólares, mais ingressos para todas as diversões. Elvis, na ocasião, cantou Old Shep, canção que retrata o desespero de um menino pela perda de seu cão. No mesmo ano, o seu pai presenteou-o com um violão, que passou a ser a sua companhia constante, inclusive na escola. Elvis e a família mudaram-se para Memphis no dia 12 de setembro de 1948. A família Presley morou por bastante tempo em condições precárias. No período de 1948 até 1954, Elvis trabalhou em várias actividades. Foi lanterninha de cinema e motorista de caminhão. Concluiu seus estudos em 1953. Nas horas vagas, cantava e tocava seu violão e, eventualmente, onde possível, arriscava alguns acordes ao piano. Reza a lenda que apreciava cantar na penumbra e até em breu total. As suas influências musicais foram o pop da época, particularmente Dean Martin; o country; a música gospel, ouvida na 1ªIgreja Evangélica Assembleia de Deus da sua cidade; o R&B, capturado na histórica "Beale Street", em sua adolescência, na cidade de Memphis; além de seu apreço pela música erudita particularmente a ópera. Um de seus maiores ídolos era o tenor Mario Lanza e, naturalmente, cantores gospel como J. D. Sumner, seu preferido.

Anos 50

Começo da carreira profissional
Em 18 de Julho de 1953 e posteriormente em 4 de Janeiro, 5 de Junho e 26 de Junho de 1954, Elvis grava algumas canções de forma experimental, no "Memphis Recording Service", filial da Sun Records. Entretanto, em julho de 1954, Elvis entra em estúdio e grava outras canções iniciando assim sua carreira profissional. No dia 5 de julho de 1954, considerado o "marco zero" do rock, Elvis ensaiava algumas músicas, até que, em um momento de descontracção, de forma improvisada, começou a cantar "That's All Right, Mama", provocando em Sam Phillips um grande entusiasmo.Surgia então o rock'n and roll. "Take" realizado, nova canção, no gênero, foi concebida; dessa vez, "Blue Moon of Kentucky", com nova grande aprovação. Ambas comporiam seu primeiro disco, um "compacto simples" (single). Participaram das sessões, além de Elvis e Sam, o guitarrista Scotty Moore e o baixista Bill Black.
No dia 7 de Julho as duas canções são executadas pela primeira vez numa rádio de Memphis, o resultado é um sucesso absoluto. Devido a toda essa repercussão, Elvis é convidado a dar uma entrevista, sua primeira como cantor profissional. A canção "Blue Moon Of Kentucky" chega ao primeiro lugar na parada country da Billboard na cidade de Memphis e "That's All Right" atinge o quarto lugar da mesma parada. Já no dia 17 de Julho ele realiza o seu primeiro espetáculo na cidade de Memphis, em 2 de Outubro ele faz seu primeiro espetáculo fora de Memphis, a cidade escolhida foi a capital do Country, Nashville. Em 8 de Outubro, Elvis faz sua primeira apresentação fora do estado do Tennessee, a cidade escolhida é Atlanta na Geórgia. No dia 16 do mesmo mês Elvis tem provavelmente o seu primeiro grande momento na carreira, ele realiza na cidade de Shreveport no estado da Louisiana um espetáculo que era transmitido pela rádio local de enorme sucesso na época chamado "Louisiana Hayride", onde foi recebido de forma bastante entusiasmada pela plateia. O ano de 1955 pode ser avaliado como a génese do sucesso nacional de Elvis. Além das inúmeras polémicas em torno das suas apresentações. Somando-se a isso, as suas performances em programas de rádio e algumas apresentações em programas locais de televisão, onde ele se destaca. As suas canções começam a fazer sucesso nacionalmente,[8] "Mystery Train" chega ao 11º lugar na parada nacional country da Billboard, "Baby, Let's Play House" atinge o 5º posto na mesma parada, até culminar com a primeira canção "número um" nos charts nacionais, canção denominada "I Forgot To Remember To Forget". Neste mesmo ano ele conheceria o seu empresário Tom Parker, que agenciaria sua carreira ao longo de sua vida. Apesar dos múltiplos rumores, dos quais o próprio Elvis fora sabedor, apenas nos anos 80 revelou-se, publicamente, seu verdadeiro nome e nacionalidade. Parker recebera título-honorário, seu verdadeiro nome era Andreas Cornelius van Kuijk, oriundo da Holanda e nascido em 1909. A biografia de Parker é enormemente polêmica, controvertida e ambivalente, assim como sua função empresarial. Em novembro de 1955, após expressiva repercussão, seu contrato foi vendido para RCA Victor.




Fama e a consagração mundial

Graceland
Em 1956, Elvis tornou-se uma sensação internacional. Com um som e estilo que, uníssonos, sintetizavam suas diversas influências, ameaçavam a sociedade conservadora e repressiva da época e desafiavam os preconceitos múltiplos daqueles idos, Elvis fundou uma nova era e estética em música e cultura populares, consideradas, hoje, "cults" e primordiais, mundialmente. Suas canções e álbuns transformam-se em enormes sucessos e alavancaram vendas recordes em todo o mundo. Elvis tornou-se o primeiro "mega star" da música popular, inclusive em termos de marketing. Muitos postulam que essa revolução chamada rock, da qual Elvis foi emblemático, teria sido a última grande revolução cultural do século XX; já que, as bandas, cantores e compositores que surgiram nas décadas seguintes - e fizeram muito sucesso, foram influenciados, de alguma maneira, direta ou indiretamente por Elvis. O que pode ser considerado verdade! O preço do pioneirismo transformador, entretanto, é altíssimo. Elvis foi implacavelmente perseguido pelos múltiplos segmentos reacionários estadunidenses e por todas as etnias. Os brancos, preconceituosos burgueses representantes da classe dominante, achavam-no vulgar, enquanto representante de uma estética popular, cuja interface negra - o rock, "filho" também do R&B - era uma música de negros e para negros e, por isso, considerada "menor" por aquele grupo dominante. Já os negros, achavam que por ser uma música de origem negra, nenhum branco deveria representá-la e divulgá-la, mormente para um faturamento que sempre lhes fora negado! Elvis, em verdade, foi perseguido e tornou-se vítima de muitos preconceitos por ir de encontro a um sistema estabelecido e quiçá por ter origens humildes, um "caipira sulista", fato pelo qual ele sempre foi discriminado. Muitos de seus admiradores postulam que somente o seu talento e perseverança o mantiveram "vivo" até os dias atuais e que a descrição de que ele só fez sucesso por possuir uma aparência de certa forma agradável, não é mais considerada como uma versão admissível pelos biógrafos sérios e historiadores daquela época e da música, sendo consideradas nos dias atuais como risíveis e recheadas de clichê. Mas Elvis superou as adversidades, ainda que a pecha da vulgaridade tenha permanecido no seio dos segmentos mais ostensivos às camadas mais populares. Tornou-se o "Rei do Rock"! - lembram os estudiosos de sua obra, com propriedade, o gênero que, curiosamente, menos interpretou quantitativamente; título outorgado primeiramente pela revista Variety. Até os dias atuais, Elvis é lembrado como um dos maiores nomes da música em todos os tempos, ainda que sua importância maior talvez ainda esteja por ser estudada e compreendida, por epistemólogos da Sociologia e Psicanálise, principalmente. Suas apresentações televisivas quebraram todos os recordes de audiência, além das inevitáveis polêmicas geradas por suas performances explosivas. Podem ser citadas como exemplos, as interpretações de "Hound Dog" nos programas de Ed Sullivan e Milton Berle. Um fato bastante propalado e que evidencia esse momento são as famosas censuras em torno de suas apresentações televisivas, fato comprovado pelas apresentações onde ele foi filmado da cintura para cima, uma em 1956 no programa "The Steve Allen Show" e outra em 1957 no programa "The Ed Sullivan Show". Em 1 de Abril de 1956 Elvis grava uma performance em cores da canção "Blue Suede Shoes", cena esta que fazia parte de um teste feito pela 20th Century Fox para o filme "Love Me Tender", sendo que a referida cena não foi transmitida na época, tendo permanecido nos arquivos da "FOX" até finais da década de 80, essa talvez tenha sido sua primeira performance em cores, afinal, naquela época a transmissão em cores estava em seu início. Os filmes "Love Me Tender", "Loving You", "Jailhouse Rock" e "King Creole" foram um grande sucesso de público e, principalmente, os dois últimos, também tiveram seus méritos reconhecidos pela crítica especializada. No mês de Outubro de 1956, Elvis realiza um espetáculo na cidade de Dallas no estádio "Cotton Bowl" para um público estimado de 27 mil pessoas, algo incomum para um artista solo naqueles idos. Em janeiro de 1957, em sua última apresentação no programa de Ed Sullivan, Elvis provocou uma enorme celeuma, quando, contra a vontade do apresentador, cantou a música gospel preferida de sua mãe, "Peace In The Valley". A repercussão foi imediata e polêmica, levando-o à gravação de seu primeiro disco gospel, um EP (compacto duplo com quatro músicas). No final de 1957, um show realizado no Pan Pacific de Los Angeles foi considerado um dos maiores momentos da carreira de Elvis, por sua sensual e arrebatadora apresentação, considerada escandalosamente provocativa pelos puritanos da época. No mesmo ano de 1957, Elvis se apresentou no Canadá, os seus únicos shows fora dos EUA, em um total de cinco espetáculos que abalaram o país vizinho. Neste ano, Elvis adquiriu a mansão Graceland, sua eterna morada.




Hollywood
bons e maus momentos

Estátua de Elvis em Jerusalém, Israel
No período de 1960 até 1965, os seus filmes são um grande sucesso de público no mundo inteiro. Alguns críticos mais generosos, ainda que implacáveis acerca da qualidade duvidosa das películas, clamavam por melhores oportunidades e personagens para Elvis Presley que, entretanto, envolvido em uma ciranda mercadológica, não se dispunha a aprender o ofício e freqüentar Escolas de Artes Cênicas confiáveis, para aprimorar-se no ofício - a exemplo de Marlon Brando, e muitos outros. Ainda assim, sua versatilidade esteve presente e vários gêneros foram visitados, sendo elogiado por algumas de suas performances, mesmo os roteiros não sendo avaliados como satisfatórios, ou seja, ele fazia a sua parte com méritos, mesmo não possuindo material de qualidade - entre os gêneros apresentados em seus filmes podem ser destacados, "musical", "faroeste", "drama" e "comédia" - os maiores e melhores destaques nesse período foram, Flaming Star (1960), Wild In The Country (1961), Follow That Dream (1962), Kid Galahad (1962), Fun in Acapulco (1963), Viva Las Vegas (1964), Roustabout (1964). A partir de 65, seus filmes e trilhas-sonoras perderam qualidade drasticamente, configurando período de grande alienação e tédio pessoal para o artista. Durante as filmagens de "Viva Las Vegas", em 1963, os protagonistas, Elvis e Ann-Margret, sueca de beleza estonteante, apaixonaram-se intensamente; o que legou bons resultados ao produto final. E muita especulação na mídia. O filme "Viva Las Vegas" é considerado um de seus melhores momentos no cinema, sendo muito elogiado até os dias atuais.




Elvis Presley e The Beatles
No dia 27 de agosto de 1965, Elvis e a banda inglesa The Beatles encontraram-se no âmbito doméstico, sem evidências, até agora, de qualquer produto áudio/visual relevante. A única imagem alusiva ao encontro de Elvis e Beatles é uma foto em que John Lennon aparece saindo da casa de Elvis. No documentário The Beatles Anthology, de 1996, os ex-beatles Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, confirmaram jamais terem tocado com Elvis, e que somente John Lennon o fizera. No mesmo documentário, Ringo, para os biógrafos confiáveis, a grande estrela da noite em simpatia e camaradagem geral, comentou ter jogado futebol com Elvis.






Depois de sua morte
Depois de seu falecimento, vários acontecimentos tornaram Elvis Presley ainda mais famoso e até, segundo alguns, memorável; conseqüentemente, mais pessoas tornaram-se fãs de sua obra. Posto o ídolo, inaugurou-se o mito, eterno, redentor e fonte inesgotável de idealizações. Seu sucesso foi, e ainda é, astronômico! Em 1979 foi realizado o primeiro filme biográfico, para a TV, chamado "Elvis"; no Brasil, intitulado "Elvis Não Morreu", interpretado por Kurt Russell. Em 1981, produziu-se um documentário, avaliado como excelente, denominado This is Elvis; no Brasil, "Elvis o Ídolo Imortal". No ano seguinte, abriu-se ao público, ainda em caráter bastante amador, a mansão Graceland; ainda habitada por alguns parentes. No ano de 1984, Elvis Presley foi homenageado pela fundação do blues e pela academia de música country. Posteriormente, em 1985, lançou-se com enorme sucesso, sendo considerado pela crítica da época como ótimo, o livro "Elvis e Eu", escrito por Priscilla Presley e Sandra Harmon; que seria transformado, em 1988, em filme para a TV, também muito bem sucedido. Passado o impacto de sua morte, os primeiros anos da década de 80 foram de relativa obscuridade para Elvis Presley. O livro de Priscilla foi um importante "divisor de águas" para dias mais prósperos. Prosseguindo com as homenagens, em 1986, Elvis entrou para o hall da fama do rock, na categoria de sócio - fundador. Em 1987, a American Music Awards lhe concedeu – "in memoriam" - prêmio pelo conjunto da obra. A mansão Graceland foi considerada patrimônio histórico dos EUA "(national register of historic places)", em 1991. Elvis Presley, com justiça, foi agraciado com o título de sócio - fundador do hall da fama do rockabilly, em 1997. Nesse mesmo ano, realizou-se, pela primeira vez, o mega-espetáculo "Elvis The Concert", com suas imagens em telão, musicistas de sua banda ao vivo e orquestra. Em 1998, nova homenagem, desta feita, ingressou no hall da fama do country e, em 2001, seria a vez do hall da fama do música gospel. Em 2002 uma nova "Elvismania" tomou conta do mundo. Elvis Presley foi "redescoberto", graças a uma manobra genial da Elvis Presley Enterprises, de biógrafos-colecionadores e de um DJ holandês. O remix da música "A Little Less Conversation" e o disco Elvis: 30 #1 Hits obtiveram estrondoso sucesso em todo o mundo, apresentando o artista às novas gerações. No ano seguinte, novo êxito, com grande destaque mundial para o remix de "Rubberneckin", seguido pelo CD 2nd to None. Entusiasmada com as vendagem, a "máquina" disponibilizou, em 2004, dois pacotes de DVDs de dois dos seus maiores momentos televisivos: os especiais "Elvis NBC TV Special" e o "Aloha from Hawaii", novos recordes de vendagem. Nesse mesmo ano, Elvis Presley foi elevado à categoria de sócio - fundador do hall da fama da música britânica. O filme Jailhouse Rock galgou patamar honroso entre os filmes estadunidenses; imortalizado, também em 2004, entrando para o "Registro Nacional de Filmes" dos EUA. No ano de 2005, o 70º ano de seu nascimento foi celebrado. Em uma histórica votação realizada pelo site AOL, maior grupo de comunicação do mundo, Elvis Presley foi eleito o 8º maior estadunidense de todos os tempos, em todas as áreas; o 5º do século XX e o 1º dentre os artistas. No ano de 2006, Graceland foi designada como "lugar histórico americano" (national historic landmark) pelo ministro do interior dos EUA. Até 2006, quase trinta anos após sua morte, Elvis vive; e acresce dezenas de milhões de dólares anualmente ao seu espólio.




Atualidades
Nos dias atuais, Elvis é considerado por seus fãs, assim como alguns especialistas, e até nomeado por algumas pesquisas, como um dos melhores cantores populares do século XX,[28] sua voz, reconhecem os especialistas, era poderosa e possuia um timbre destacado, principalmente a partir da metade dos anos 60, era detentor de uma surpreendente musicalidade, cantando em vários ritmos e, em algumas oportunidades, em outros idiomas - quer alemão, espanhol e italiano - além de uma rara capacidade interpretativa; toda essa avaliação em torno da voz de Elvis deve-se em grande parte a análise por parte das pessoas que gozam de uma certa noção do melhor de cada cantor, ou seja, o auge da carreira de cada um desses artistas, e até mesmo a comparação das versões de canções interpretadas por quase todos os cantores, como exemplo podemos citar os clássicos "My Way", "Danny Boy", "Impossible Dream", "You'll Never Walk Alone", entre outras. Barítono, fez-se, com méritos, baixo (voz grave masculina) e tenor, em algumas oportunidades. Indiscutível é sua versatilidade e potência vocal: possivelmente, jamais houve um cantor tão eclético ritmicamente! Na contemporaneidade, parte da indústria fonográfica, ao visitar sua biografia, o reconhece, inclusive, como bom produtor musical, além de arranjador; Elvis, como já comprovado pelas biografias lançadas e discos que retratam o seu trabalho em estúdio, participava efectivamente das principais e mais elogiadas obras em estúdio de sua discografia. Elvis, ao contrário de nomes como Beatles e Michael Jackson, nunca dispôs da companhia de grandes produtores musicais, os produtores de Elvis são avaliados como regulares e em alguns momentos como de bom nível, mas nada comparado a produtores como Quincy Jones, George Martin, Phil Spector, entre outros, que de certa forma auxiliaram intensamente a carreira de nomes como Beatles, Michael Jackson e a até mesmo o início da carreira solo dos ex-beatles e que grande parcela do sucesso e reconhecimento no auge das respectivas carreiras dos artistas já mencionados, foram graças a seus produtores; igualmente, sobretudo os mais entusiasmados, é reputado como um instrumentista virtuoso. Já como ator, fez o que lha cabia, com profissionalismo e, em algumas oportunidades, conquistou reconhecimento por seu empenho e até mesmo, talento.






Mitos e lendas
Alguns mitos e lendas foram sendo criados em torno do nome e imagem de Elvis Presley, principalmente depois de sua morte física. Abaixo uma relação de algumas mentiras que, segundo alguns, foram sendo desmascaradas com o passar dos anos.
Um fato bastante comentado entre os fãs sempre foi sobre o suposto "pior show" de Elvis Presley que teria acontecido em 27 de Setembro de 1974 na cidade de College Park em Maryland. Rezava a lenda que Elvis estava mal de saúde, falava demais e cantava pouco, entretanto, esse "mistério" foi solucionado em 2006 com o lançamento do bootleg "Chaos In College Park", onde, segundo os ouvintes, mostra uma performance no geral de razoável para boa e até mesmo com momentos muito bons. Inclusive o título "chaos" foi avaliado como mentiroso e de mau gosto pelos fãs, afinal, o show não está associado a essa palavra, pelo contrário.
Outro mito que foi desfeito trata das últimas sessões de gravação em seu estúdio particular na mansão Graceland em fevereiro e outubro de 1976. Criou-se uma "imagem" de que Elvis estava de mau humor, com a voz fraca e cometia supostas falhas vocais, por isso os dois discos originados dessas sessões (From Elvis Presley Boulevard e Moody Blue) sofreram um excesso de overdubs. No entanto, o disco lançado pelo selo FTD chamado "The Jungle Room Sessions" do ano 2000 destruiu esses mitos na opinião dos fãs, mostrando um Elvis impecável como cantor e pelo menos, nas sessões, estava de bom humor, provando que Felton Jarvis, na opinião de alguns, teria sido um péssimo produtor, ao menos nestes trabalhos.






Elvis não morreu
Uma outra polêmica envolvendo o nome de Elvis é a famosa frase "Elvis Não Morreu",surgida devido a repetitiva propaganda feita na TV brasileira, para a divulgação do filme de mesmo nome. Para alguns, essa frase tem um forte apelo comercial e de marketing, entretanto, muitos de seus fãs acreditam plenamente que Elvis realmente ainda está vivo, ou, pelo menos, não morreu na data considerada oficial.
Muitos afirmam que Elvis já foi visto em diferentes localidades e que existiriam várias coincidências em sua suposta morte que comprovariam uma certa armação. Muitos dos que não acreditam nessa hipótese de Elvis estar vivo, dizem que simplesmente é mais uma daquelas teorias conspiratórias.
A frase igualmente tornou-se um jargão bastante difundido e usado pelos fãs e não-fãs de Elvis Presley em alusão a uma lenda urbana de que Elvis não teria de fato morrido e estaria vivendo numa ilha. A expressão também pode significar que Elvis é "imortal" na memória dos fãs.